Recursos Terapêuticos
Recursos terapêuticos englobam uma variedade de ferramentas, técnicas, estratégias e abordagens aplicadas por psicólogos e outros profissionais que trabalham com famílias, com o propósito de auxiliar os indivíduos no enfrentamento de questões emocionais, psicológicas ou comportamentais. Desenvolvidos para enriquecer e facilitar o crescimento tanto pessoal quanto familiar, esses recursos desempenham um papel crucial no processo terapêutico.
Os recursos terapêuticos desempenham um papel crucial nos atendimentos com pacientes, oferecendo uma série de benefícios, tais como:
Facilitar as expressões conscientes e inconscientes;
Ser visuais e participativos;
Despertar a criatividade;
Quebrar resistências;
Resgatar memórias;
Abertura para diálogos;
Melhorar compreensão;
Incentivar a expressão verbal;
Permitir Interações;
Favorecer reflexões;
Proporcionar novas visões;
Abrir novos caminhos;
Despertar atenção;
Falam por sí e por nós.
Recursos Terapêuticos | Jogos
Cultivando as relações

Um jardim, seja ele real ou simbólico, carrega uma riqueza de significados. Investigar as relações humanas pode ser comparado a explorar um jardim, cheio de variedades de plantas e flores. Assim como um jardim requer cuidado, atenção e compreensão para crescer e florescer, as relações humanas também exigem um investimento semelhante.
Cultivando as relações é um recurso de investigação que facilita a compreensão e a exploração de ideias e experiências, além de um jogo com diversas regras e muitas possibilidades lúdicas e divertidas de autodescobertas, reflexões, insights, resolução de problemas, conexão consigo e com suas relações.
Cuidar do solo, semear, nutrir, podar e florescer! Este é o processo e a essência para cultivar relacionamentos significativos.
+ SOBRE MINHA HISTÓRIA

Recurso investigação: O material traz a possibilidade de investigar os fatores e experiências que interferem ou interferiram de forma positiva e/ou negativa no seu desenvolvimento, as necessidades supridas ou não atendidas nas diferentes fases de sua vida, e verificar como tais experiências impactam nas áreas da vida e suas consequências.
Este recurso visa à conscientização e reflexão a respeito dos temas: desenvolvimento pessoal, relações familiares, relações interpessoais, vínculos, necessidades básicas e fatores de risco, fortalecendo, assim, sua capacidade de superar adversidades, ser mais confiante e reforçar ou buscar novas atitudes.
O jogo: um jogo de percurso divertido, com muitas idas e vindas, como nossa vida. É preciso paciência e persistência para podermos cumprir nosso caminho. Vem com a proposta de, além de ludicidade, trazer informações e incentivar a expressão verbal sobre os mais diversos temas, permitindo o autoconhecimento e fortalecimento de vínculos.
Dinâmica e Comunicação Familiar

Esse material favorece a visualização e conscientização das dinâmicas e relações familiares, tanto ao nível do espaço que cada pessoa ocupa na família como da comunicação. O recurso visual é um valioso facilitador nesse processo. É importante ressaltar que este material pode ser utilizado em diversos contextos, como, por exemplo, em empresas, nas dinâmicas de relações profissionais, e em nossas relações sociais. Dentre os objetivos podemos trabalhar o reconhecimento, conscientização, aceitação, validação, metas e consequentemente tomada de atitudes.
COMPOSIÇÃO: 1 Plano (tapetinho): representa o espaço do sistema familiar; 15 Peças de tamanhos e formas geométricas diferentes: representando as pessoas e espaço que ocupam; 28 Setas (07 tipos): indicam os tipos de comunicação ou relações da dinâmica familiar.
COMO JOGAR:
ESPAÇO FAMILIAR: Para essa dinâmica utilizar plano e peças. Pode ser utilizado individualmente, com os pais ou com toda família. O plano (tapetinho) representa o espaço familiar. As peças de tamanhos diversos e o plano (tapetinho) possibilitam a escolha de posição e espaço que cada qual ocupa no sistema familiar. Montar no plano a representação familiar de acordo com posição e tamanho que cada um ocupa no sistema familiar. Aqui a escolha não é por idade, gerações como na árvore genealógica ou pelo tamanho da pessoa e sim pelo espaço que ela ocupa, como, por exemplo: uma criança de 3 anos pode ser escolhida como centro da família, aquela que demanda muito tempo e tudo gira em torno dela, sendo uma das peças grandes; a mãe pode sentir-se pequena sem atenção, de lado, sendo colocada no plano num espaço inferior e representada por uma peça menor.
COMUNICAÇÃO: Utilizar o plano, peças e setas. Montar as relações familiares escolhendo as peças por tamanho, posição e acrescentar as setas conforme o estilo ou forma de comunicação.
(CADA PARTICIPANTE PODERÁ ESCOLHER E NOMEAR SUA SETA, O QUE IMPORTA É O RECONHECIMENTO, CONSCIENTIZAÇÃO E EXPRESSÃO VERBAL).
A comunicação é a base de qualquer relação, sendo assim precisamos estar atentos a ela, praticar a escuta ativa, autoescuta em busca de uma comunicação mais eficiente, efetiva e afetiva.
A pobreza emocional das mensagens, a falta de objetividade, clareza, comunicação ameaçadoras, repletas de ordens, sem emoções e rigidez, dificultam a comunicação e trazem prejuízo nas relações.
Além da comunicação, práticas educativas e conflitos há a possibilidade de reconhecer também os estilos de comunicação:
Passivo: tenta suavizar tudo, trazer coisas boas. Tentam agradar o tempo todo e conseguir o reconhecimento dos outros. Não expressa seus desejos, ideais e sentimentos.
Acusar/agressivo: não há melhor defesa que um bom ataque. Se expressa de forma agressiva. Frequentemente culpa os outros e não lhe interessa as respostas que pode receber. Irrelevante: diz ou faz coisas que não se relaciona com o que está sendo dito, não há congruência no que diz e na forma que diz. Não se dirige a nada em particular. Em geral, sente ou gera confusão, porque distrai ou muda conversa de rumo. Aberta ou direta/assertivo: há congruência entre pensamentos, sentimentos, ações, palavras, gestos e movimentos. Permite entrar em acordos. (vale aprofundar o tema)
ESTILOS PARENTAIS: Essa técnica pode ser utilizada com pais, responsáveis e/ou cuidadores. Serão utilizados o plano, as peças e as setas. Cada membro da família monta sua dinâmica familiar, escolhendo a posição e tamanho que ocupa no espaço e descrevendo seu estilo parental. Visa o reconhecimento dos estilos parentais:
Autoritário/rígido: estabelecem muitos limites e exigências, intolerantes, controle firme. Criticam ou punem a expressão de sentimentos negativos.
Autoritativo/competente: monitoram o comportamento dos filhos de forma efetiva com compreensão, reflexão, amor e confiança.
Permissivo/indulgente: são responsáveis, oferecem apoio emocional, porém não estabelecem regras e limites. Baixa exigência.
Ausente/negligente: não se comprometem e não suprem as necessidades básicas dos filhos. Não atribuem grande importância ou banalizam as emoções.
Protetor: cercam os filhos de cuidados exagerados, dificultando sua autonomia. Vale aprofundar mais esse conteúdo. Pode-se associar ao baralho Animação.
As setas podem indicar os estilos e formas de relacionamento e comunicação como: PASSIVA AGRESSIVA ASSERTIVA / DIRETA IRRELEVANTE EMPÁTICA AFETIVA INDIRETA NEGLIGENTE CONTRADITÓRIA CONTROLADORA INTERROMPIDA POUCA COMUNICAÇÃO CONFLITUOSA PERMISSIVA AUTORITÁRIA MANIPULADORA REFLEXIVA…
(obs. Permita a livre nomeação e expressão) O material pode ser ampliado, favorecendo trabalhar valores, pensamentos, atitudes, emoções e convivência. Pode ser associado a outros materiais como: Prumo das Emoções, Jogo da Convivência, Baralho Animação e Pensando Melhor.
jogo Eu sou... Eu posso ser...

Traz a possibilidade de fortalecer o autoconhecimento através do reconhecimento das habilidades e virtudes, reforçando a confiança e possibilitando desejo de maior crescimento pessoal. São 30 cards e 142 cartões de habilidades e emoções, além de dois cartões em branco para uso conforme a necessidade do terapeuta ou do paciente. A utilização destes materiais proporciona aumento do repertório de competências, o reconhecimento do outro, da família, além de várias dinâmicas de jogos que favorecem o desenvolvimento emocional e cognitivo.
CADERNO DE ATIVIDADES EU SOU... EU POSSO SER...

O caderno “Eu sou… Eu posso ser…” foi construído com muito AMOR, em todos os sentidos, sendo constituído por atividades:
A autoconhecimento e emoções;
M manter-se em equilíbrio: autocontrole e encorajamento;
O olhar para si: meu corpo, habilidades e virtudes;
R relações familiares e sociais: minha família e diversidade.
Através de atividades as crianças poderão conhecer-se mais a cada dia, desenvolver, fortalecer e apreciar suas potencialidades, encontrar maneiras de lidar com suas dificuldades, além de aprender e valorizar as relações harmônicas e respeitosas, vivendo e convivendo com muito AMOR.
Além do caderno de atividades, você poderá também adquirir os Cards Eu sou… Eu posso ser… que possibilitam diversas dinâmicas tanto para desenvolvimento de habilidades socioemocionais como cognitivas.
Feelings

Os bonecos Feelings incentivam o livre brincar, o reconhecimento do seu mundo interno, das suas emoções, sentimentos e percepções, a curiosidade e a imaginação de forma afetiva e divertida. Eles têm ímãs nas mãozinhas, possibilitando que fiquem de mãos dadas ou unidas. As roupinhas e fraldinhas podem ser trocadas, tornando a brincadeira ainda mais divertida.
Sugestão Criativa
Sugerimos que você dê para cada bonequinho um nome bem diferente com a inicial do seu próprio nome. Como, por exemplo, Lucas que escolheu os seguintes nomes para sua turminha: Alegria: Leon; Medo: Lino; Tristeza: Lído; Raiva: Lumi; Amor: Lindeza; Nojo: Letéi.
O que são Emoções?
As emoções são estados afetivos inatos e automáticos que afetam nosso corpo, mente e comportamento. São reações sentidas no corpo que nos “movem” para dentro e nos fazem lidar com o que acontece à nossa volta.
Quais são as emoções?
As emoções que conhecemos como básicas ou primárias são Alegria, Medo, Tristeza, Raiva, Nojo e Amor
Qual a importância do vocabulário emocional?
O vocabulário emocional é importante para reconhecer, diferenciar, nomear, aceitar, validar, manejar e expressar as emoções, e a partir do momento que entendemos a importância desse repertório emocional, conseguimos validar todas elas de maneira simples, clara e efetiva. Quando maior o seu vocabulário emocional, maior o seu autoconhecimento e sua possibilidade de interpretar o seu mundo interno. Dentro de cada categoria existem muitas emoções como: pavor, irritação, repugnância, entusiasmo.
Como as emoções nos ajudam?
Todas as emoções têm funções. Todos nós sentimos emoções. Podemos entender que elas nos são benéficos, reflexões e atitudes. Algumas delas são:
Alegria: Ajuda a nos motivar, nos dá energia, entusiasmo, aumenta nossos pensamentos de maneira positiva.
Medo: Protege e nos alerta dos perigos, sinalizando quando devemos enfrentar ou fugir.
Tristeza: Apesar de ser uma emoção desagradável, que nos desequilibra, ela nos traz o benefício das reflexões e escolhas.
Raiva: Gera energia e nos move para as atitudes favoráveis quando bem direcionada. É um mecanismo de defesa diante de injustiças ou agressões que ameaçam o nosso bem-estar.
Nojo: Auxilia na preservação da saúde, nos afastando daquilo que não nos faz bem.
Amor: Ajuda a acolher, cuidar, a ter um olhar para si próprio e pelo outro.
O que podemos trabalhar com esse material?
Com esse material é possível trabalhar a empatia, o reconhecimento corporal e emocional, sexualidade, autoimagem, enurese, encoprese, desfralde, reflexões, histórias interativas, criatividade, vínculos afetivos, habilidades sociais e emocionais, identificação de casos de abuso, entre outras possibilidades. Ele favorece, através do lúdico, a imaginação, o conhecimento, as aprendizagens, as expressões verbais e não verbais.
Jogo da Convivência

A história da humanidade é permeada de conflitos e guerras, mas também de inúmeras ações que garantiram o convívio e a sobrevivência da espécie.
O ser humano sempre se deparou com dificuldades de se relacionar com seus pares. Mas aos poucos, a civilização foi construindo pilares importantes para possibilitar a convivência, e melhorá-la cada vez mais.
Foi pensando em contribuir para um maior amadurecimento relacionado a questões ligadas à boa convivência em diversos âmbitos da vida, que nós criamos este material semiestruturado, para que seja possível abordar, de maneira lúdica e prazerosa, diversas questões delicadas e cruciais atualmente, como o bullying, os assédios, os preconceitos, discriminações, violência familiar ou em qualquer outro contexto, etc.
REGRAS
Oferecemos aqui algumas maneiras de usar este material, lembrando que é sempre possível criar outras, ativando, assim, o potencial que cada um tem de criação.
- RECONHECER – Para isso, não é necessário o uso do dado. Basta que cada jogador, em sua vez, retire uma peça da torre, leia e entenda a palavra retirada, recolocando a peça no alto da torre, realizando os movimentos com cuidado para que a torre não caia. É importante que os participantes saibam o que significa cada termo. Isso se revela fundamental como prática para uma socio educação, especialmente para crianças e adolescentes.
Perde quem deixar a torre cair.
- IDENTIFICAR – Cada participante retira uma peça da torre, faz o reconhecimento, e identifica aquela atitude ou valor em sua vida, contando uma situação sobre ela.
- RELACIONAR – Relacione as peças com pessoas, personagens de filmes ou histórias que você (ou a criança/adolescente) conhece.
- CONSTRUIR – Soltando a criatividade, pode-se usar as peças para construir bonecos, casa, muros, “caminho da vida”, etc. Por ex.: “que peças você acha que estão mais relacionadas à sua casa? Construa com elas.” “Pegue as peças que quiser para construir você (ou a sua mãe/pai)”. “Com quais peças você construiria o seu ‘caminho da vida’?”
- TRAÇANDO METAS – Joga-se o dado e retira-se uma peça da torre da cor que saiu no dado.
De forma positiva, trace metras, identificando quais valores e atitudes que precisa dar mais atenção ou desenvolver mais em seus relacionamentos.
- ASSOCIANDO CORES – Retire a peça conforme a cor do dado, sempre faça a leitura. Pegue as peças do outro participante se essas forem a mesma cor. Vence o jogo quem não derrubar a torre e tiver o maior número de peças quando a torre cair
- RELACIONANDO CONCEITOS – Joga-se o dado e retire uma peça da cor correspondente. Veja se está se relaciona com a de outros participantes. Se encontrar essa relação, pegue para si a peça do outro. Ganha que tiver o maior número de peças.
- CRIANDO NARRATIVAS – (uso do dado opcional) – Um jogador retira uma peça da torre e começa uma história que deverá ser continuada pelo jogador seguinte, assim que ele retirar a próxima peças, incorporando os conceitos que forem saindo.
Coragem e confiança

JOGO C&C (CORAGEM E CONFIANÇA). Estas, como se sabe, são fundamentais para conseguirmos atingir nossos objetivos, realizar nossos desejos e sonhos. A falta delas nos deixa fragilizados, frustrados, inseguros, e muitas vezes sem atitudes. A consciência das nossas habilidades, dons e competências é de extrema importância para podermos fazer escolhas mais apropriadas e tenhamos uma vida com mais satisfações e maior bem-estar, em suma, uma vida mais feliz. A capacidade de planejar, encontrar soluções, agir, enfrentar desafios, é fundamental para nossas conquistas e desenvolvimento da confiança. A proposta foi idealizada para momentos de diversão e lazer em família, amigos, na escola, ou como instrumento de intervenção em contexto terapêutico, empresarial, em dinâmicas de grupo, entre outros.
Componentes:
- 1 Tabuleiro
- 72 bonecos-estrelas (verdes, vermelhos, amarelos, azuis, roxos, laranjas)
- 53Cartas “CONFIANÇA”
- 44Cartas “CORAGEM”
- 1 carta “ÁREAS DA VIDA”
- 1 rolet
Como Jogar:
REGRAS DO JOGO O JOGO C&C (da CORAGEM e CONFIANÇA) tem várias maneiras de se jogar. Apresentaremos algumas como sugestões, mas é possível criar inúmeras outras.
1 – JOGO DA CONFIANÇA
Levantamento de dons, habilidades e competências de cada participante.
Objetivo: Conquistar 5 bonecos de cada cor.
Preparação: Usamos os bonecos-estrela, a roleta, a ampulheta, a carta “Áreas da vida”, bloco de anotações (opcional).
Como jogar: Um jogador começa girando a roleta. A cor indicada na roleta corresponde a uma área da vida conforme a carta. O jogador deverá, conforme a cor e número apontados na roleta, no tempo da ampulheta, dizer quais características positivas, habilidades, competências e dons que possui naquela área.
O jogo termina quando um dos jogadores conquistar pelo menos 5 bonequinhos de cada cor ou um total de 30 bonequinhos de cores variadas.
Observação: o outro participante deve anotar as respostas num papel. O jogador não pode repetir a mesma resposta na mesma área da vida.
2 – JOGO DA CORAGEM I
Encontrar soluções, estratégias para as diferentes situações. Refletir, falar e aprender sobre medos, desafios e formas de enfrentá-los.
Objetivo: Conquistar 3 bonecos.
Preparação: Tabuleiro, bonecos-estrela, roleta, cartas CONFIANÇA e cartas DESAFIOS, ampulheta.
Como jogar: retirar uma Carta da Confiança * (O que você faria?) e responderá questão com respostas diversas. O boneco avança a cada resposta dada, no tempo da ampulheta. Caso pare na casa marcada com a bolinha prata, retirar a Carta Desafio seguindo as regras desta.
O jogo inicia-se na marcação “início” do tabuleiro, seguindo o percurso caracol (marcado no tabuleiro em prata). O jogador que alcançar o coração (final do percurso) recebe outro boneco. O jogo finaliza quando algum jogador conquistar 3 bonecos.
* Pode-se selecionar as cartas conforme a idade dos participantes
3- JOGO DA CORAGEM II
Indicado para crianças até 6 anos.
Cada jogador escolhe sua cor de boneco estrela. Seguir o percurso conforme o número indicado na roleta. Ao cair na bolinha retirar a carta Desafio (escrito em preto). Vence quem completar o percurso primeiro.
4 – JOGO DA COLABORAÇÃO
Colaboração, cooperação
Objetivo: Chegar ao centro do tabuleiro e ajudando também o outro a chegar.
Preparação: Tabuleiro, bonecos-estrela, roleta.
Como jogar: Cada participante escolhe a cor de seu boneco. Na sua vez, cada jogador gira a roleta e avança com o boneco estrela da cor indicada na roleta (mesmo que não seja o dono dele) andando o número de casas indicado.
Sugestão: em caso de ter menos de 6 participantes pode-se escolher mais de uma cor de boneco estrela para cada jogador.
Vence o dono do boneco que chegou primeiro, independente do jogador que tenha realizado a jogada.
5- JOGO “CAMINHOS DO CORAÇÃO”
Um jogo de reflexões, valores, virtudes, necessidades, planejamento, estratégias e desafios, num processo de conquista.
Pegue os bonecos-estrela e monte o tabuleiro conforme a indicação da figura do nível que quer jogar. A cada boneco que for posicionar responda à questão:
O que cabe no seu coração? Ex.: felicidade, simpatia, esperança, amizades, compreensão, consideração, confiança, empatia, equilíbrio, flexibilidade, igualdade, liberdade, respeito, motivação, justiça, valorização, eficiência, harmonia, pertencimento.
Luva 5As

Nem sempre frente aos desafios, estresses e dificuldades temos a consciência dos nossos sentimentos, pensamentos e comportamentos.
Cada pessoa tem sua forma de se perceber e se controlar.
Os 5 As é uma maneira divertida de aprender, se conscientizar e encontrar caminhos para voltar ao equilíbrio e bem-estar. Cada dedinho traz uma forma diferente de observação, favorecendo o autoconhecimento e facilitando sua maneira de buscar atitudes mais positivas. Além disso, é possível explorar as habilidades sociais e o livre brincar.
Você receberá também um PDF para praticar ainda mais a atividade.
Prumo das Emoções

O Prumo é um jogo que exige habilidade. Destreza, coordenação viso-motora, controle de impulsos, e atenção, entre outros. Aos seus objetivos, agregamos o desenvolvimento da INTELIGÊNCIA EMOCIONAL, através do conhecimento e exploração de um vasto vocabulário de sentimentos e emoções (aqui entendidos como sinônimos), identificando e nomeando uma variedade de emoções diferentes, além da diversão já conhecida.
Existe uma ampla gama de emoções que não usamos no dia a dia, mas que definem melhor sentimos. Exemplo: falamos em chateação ao invés de decepção, frustração, ansiedade, mágoa, etc.
As emoções nos orientam a avaliar as alternativas, oferecendo motivação para refletir, mudar ou fazer algo. Elas revelam as nossas necessidades.
A capacidade de nomear, diferenciar, reconhecer, compreender e gerenciar as nossas emoções e dos outros, fazem parte da INTELIGÊNCIA EMOCIONAL. Ela compreende quatro fatores: percepção, compreensão, uso e manejo das emoções (Mayer, Salovey e Caruso, 2004).
Relacionar o que pensamos com os sentimentos e comportamentos que temos, desenvolve o nosso autoconhecimento e autocontrole, o que permite a regulação emocional. Reconhecendo as nossas dificuldades, capacidades, desenvolvendo autoconfiança e autoestima, nos leva a um fortalecimento pessoal, familiar e social. Identificar as emoções facilita a tomada de decisão, preparo e motivação para agir.
O PRUMO DAS EMOÇÕES dá a possibilidade aos seus jogadores, sejam eles crianças, jovens, adultos, de ampliar o vocabulário e compreender os sentimentos próprios e dos outros, através da conscientização, observação, narrativas, questionamentos, expressão corporal, etc.
Reconhecer, nomear, ampliar o vocabulário e compreensão, empatizar com o outro, são habilidades que podem e devem ser aprendidas para um viver melhor. Pessoas com linguagem emocional mais vasta têm maior compreensão e domínio de seus sentimentos, mais habilidades sociais, capacidade de regulação emocional e com tendência a ter melhor rendimento acadêmico.
COMO JOGAR:
REGRA TRADICIONAL DO PRUMO OBJETIVO: Construir a torre mais alta possível sem deixá-la cair.
PREPARAÇÃO: Construir a torre empilhando a cada 3 peças, encostadas lado- a -lado, de forma que a camada de baixo fique cruzada com a camada de cima.
COMO JOGAR: Cada jogador, alternadamente, deverá retirar uma peça de qualquer lugar abaixo das duas camadas superiores, utilizando apenas uma das mãos, e colocá-la na parte de cima da torre, aumentando a sua altura.
VENCEDOR: O jogo termina quando alguém desmoronar a torre. O vencedor é aquele que colocar a última peça sem deixar cair.
PRUMO DAS EMOÇÕES: Pode ser jogado de diferentes formas. Aqui citamos algumas:
- Desafio: Tente tirar a torre da caixa sem desmontá-la.
- Reconhecimento: Reconheça todas as emoções através da leitura e/ou explicações a retirar as peças da torre.
- Sugestão: Classificar as emoções de acordo com categorias (“famílias”): ALEGRIA, AMOR, TRISTEZA, RAIVA, MEDO, NOJO. Pinte as emoções da mesma categoria para crianças menores. Exemplo: pintar de cor amarela as peças da categoria ALEGRIA.
- ‘ALEGRIA’: Alegria, Felicidade, Esperança, Bem-estar, Bom humor, Admiração, Entusiasmo, Desejo, Confiança.
- ‘AMOR’: Amor, Paixão, Gratidão, Coragem, Fé, Saudade, Perdão, Acolhimento, Paciência, Aceitação.
- ‘TRISTEZA’: Tristeza, Mágoa, Desânimo, Frustração, Desamparo, Culpa, Arrependimento, Incapaz, Rejeição, Desrespeito, Preguiça.
- ‘RAIVA’: Raiva, Mau-humor, Ódio, Estresse, Irritação, Inveja, Vingança, Revolta, Nervosismo.
- ‘MEDO’: Medo, Pavor, Ciúme, Ansiedade, Timidez, Desespero, Preocupação, Insegurança, Vergonha.
- ‘NOJO’ :Nojo, Aversão, Desprezo, Arrogância, Antipatia.
- ‘?‘ : Peça coringa.
- Narrativas: A cada peça retirada, conta-se uma história de si ou de alguém, ou parte de alguma história conhecida (filme ou livro) envolvendo a emoção existente. Peça ‘?‘ = Reconte a história já contada pelo jogador precedente e dê continuidade a ela. As peças retiradas voltam para cima da torre. Termina o jogo quando a torre cair.
- Situação e Pensamento: “O que te faz sentir…?” – Relatar uma situação conforme a emoção retirada. Exemplo: “O que te faz sentir MEDO?” De quem você lembra com essa emoção? Peça ‘?‘ : pergunte uma curiosidade para qualquer participante (Ex.: “O que faz quando se sente decepcionado?”). Cada peça retirada volta para a parte superior da torre. Perde quem deixar a torre cair.
- Atitudes: “O que você faz quando (ou para ter)…?”. A cada peça retirada, os jogadores relatam quais as suas atitudes em relação àquela emoção. A peça volta para cima da torre. Perde quem deixar a torre cair.
- Adivinhar a emoção: As palavras da torre devem estar viradas para baixo. Um jogador retira uma peça e só ele lê a palavra. Deve dizer aos demais jogadores uma situação que tem a ver com a emoção retirada para que o próximo jogador adivinhe. A resposta deve ser somente SIM ou NÃO. Se acertar qual é a emoção, o jogador que acertou fica com a peça, e se errar, a peça vai para o alto da torre. Exemplo: Um jogador retira “GRATIDÃO” e diz: “Reconheço tudo o que meus pais fizeram por mim”. O próximo jogador deve adivinhar (aceita-se a resposta “GRATO” também). Peça ‘?‘ = o próximo jogador não precisa adivinhar e ganha a peça coringa e mais uma de um jogador a sua escolha.
“Rouba Torre”: Os jogadores vão retirando as peças da torre, cada um na sua vez, e fazendo a própria torre (empilhando em uma só posição, sem cruzar). Se a emoção retirada pelo jogador da vez corresponder a mesma categoria da última peça de algum jogador, este rouba a torre do adversário, colocando-a em cima da sua. Se ele deixar cair a sua torre, todas as peças dele voltam para cima da torre principal. O jogo termina quando alguma das torres caírem. Estas ao algumas das possibilidades de se explorar o PRUMO DAS EMOÇÕES. Existem outras formas.
Torre das Emoções

Explore essas questões e use sua criatividade para favorecer mais reflexões. As questões podem ser respondidas sobre a própria pessoa, ou sobre alguém que escolher como: pai, mãe, avós, tios, amigos; favorecendo o autoconhecimento e a conexão emocional e social.
Vem com um livreto com mais de 100 perguntas. Aproveite!
Baralhos
Animação 1

As cartas da “Animação” podem ser utilizadas para desenvolver diversas habilidades, tais como:
- Ampliar o reconhecimento dos animais e desenvolvimento da linguagem;
- Aprender curiosidades sobre os animais;
- Favorecer o autoconhecimento por meio de reflexões e dos ensinamentos que cada animal nos transmite;
- Trabalhar a autoconfiança pela identificação das habilidades e características positivas dos animais com as nossas qualidades;
- Proporcionar o encorajamento por meio das frases motivadoras que podem ser utilizadas no dia a dia.
COMO UTILIZAR:
Use e abuse de sua criatividade conforme a sua necessidade, mas sugerimos:
1) Retire uma carta com o animal voltado para você e relate o que sabe sobre ele.
Questione:
Você se identifica com esse animal?
Conhece alguém que se parece com ele?
Após esses questionamentos, você pode ler o que há no outro lado da carta e aprender mais sobre algumas características desse animal e refletir sobre si.
2) Traga um pensamento e retire uma carta. Leia a carta que retirou e permita-se questionar sobre o que a carta contribui para a situação que pensou.
Faz sentido para você? Essa carta contribuiu para seu encorajamento?
Você pode fazer alguns questionamentos, tais como:
“Eu consigo me comportar como a tartaruga? Tenho sido gentil como o tigre?
Como estão meus hábitos alimentares? O que aprendi com o panda?”
3) Conheça todas as cartinhas e escolha o animal que você mais se identifica.
Você também pode pensar se consegue identificar em sua vida as características positivas dos animais escolhidos. Amplie esse uso identificando seus familiares e amigos também.
4) Você também pode escolher a carta pelo tema que quer trabalhar, como por exemplo:
Elefante – empatia; águia – coragem e confiança; explorando a linguagem oral e reflexões sobre atitudes e boas ações diárias.
5) Outra possibilidade é associar animais que se complementam ou combinam em suas características, ou separar os animais conforme o meio que vivem:
Selvagens, domésticos, aquáticos. Trabalhar com associações cognitivas ou socioemocionais.
6) Como missão, você pode sortear uma carta por dia se fortalecendo com a frase encorajadora e a utilizando como meta.
Desejamos muita Animação a todos!
Animação 2

As cartas da Animação 2 trazem, de forma leve, descontraída e positiva, a possibilidade de autoconhecimento e encorajamento, além do reconhecimento e curiosidades sobre os animais. Trabalham temas como: equilíbrio, autocontrole, paciência, comunicação, respeito, segurança e muito mais.
Este livro de bolso é composto de 50 cartas de outros animais, que complementam o primeiro Animação, promovendo o encorajamento por meio da identificação com os bichos e de aspectos positivos com a vida. Use e abuse com animação e criatividade dos “animais em ação”.
COMO UTILIZAR: Animação 2 é um recurso para complementar o primeiro Animação. Use e abuse de sua criatividade conforme sua necessidade. Seguem algumas sugestões:
1) Retire uma carta com o animal voltado para você e relate o que sabe sobre ele.
Questione:
Você se identifica com esse animal?
Conhece alguém que se parece com ele?
Após esses questionamentos, você pode ler o que há no outro lado da carta e aprender mais sobre algumas características desse animal e refletir sobre si.
2) Traga um pensamento e retire uma carta. Leia a carta que retirou e permita-se questionar sobre o que a carta contribui para a situação que pensou.
Faz sentido para você? Essa carta contribuiu para seu encorajamento?
Você pode fazer alguns questionamentos, tais como: “Eu consigo me adaptar como um sapo? Sou responsável como um rinoceronte? O que aprendi com o pelicano?
3) Conheça todas as cartinhas e escolha o animal que você mais se identifica.
Você também pode pensar se consegue identificar, em sua vida, as características positivas dos animais escolhidos. Amplie esse uso, identificando seus familiares e amigos também.
4) Você também pode escolher a carta pelo tema que quer trabalhar, como, por exemplo:
Pombo – esperança, paz interior; flamingo
– Equilíbrio e adaptabilidade; explorando a linguagem oral e reflexões sobre atitudes e boas ações diárias.
5) Outra possibilidade é associar animais que se complementam ou combinam em suas características, ou separar os animais conforme o meio em que vivem:
Selvagens, domésticos, aquáticos, insetos.
Trabalhar com associações cognitivas ou socioemocionais.
6) Como missão, você pode sortear uma carta por dia, se fortalecendo com a frase encorajadora e a utilizando como meta.
Desejamos muita Animação a todos!
CORUJAS EM AÇÃO

COMPOSIÇÃO:
-56 cartas de corujas com texto de bem-estar
-6 cartas de emoções (rosto de corujas)
-3 dados coloridos (montáveis)
Sobre o jogo: CORUJAS EM AÇÃO: além da diversão, traz a possibilidade de treino da atenção, desenvolvimento socioemocional, reconhecimento do bem-estar, reflexões e o favorecimento de atitudes. Possibilita diversas intervenções no contexto terapêutico, escolar e social.
Formas para utilizar:
1) Atividade de atenção
Coloque as 56 cartas das corujas na mesa viradas com o desenho da coruja para cima, jogue os 3 dados e encontre rapidamente a coruja que corresponde às cores dos dados. As cores estarão nas asas, corpo e cabeça.
Exemplo: ao jogar os dados e obter as cores vermelho, verde e vermelho, você deve encontrar a coruja com essas cores distribuídas nas asas, corpo e cabeça. Há somente uma coruja com a combinação das cores. Quem encontrar mais corujas, vence a atividade.
2) Reconhecimento das emoções
A atividade traz 6 cartas de emoções: amor, raiva, medo, tristeza, alegria e nojo. Associe as emoções às 56 cartinhas de coruja. Você pode associar pela imagem ou pelo texto.
3) Bem-estar
Você pode utilizar as imagens das corujas e o texto para reconhecer e escolher atitudes que favoreçam o seu bem-estar. Também traçar metas ou ampliar o seu repertório de bem-estar, por meio das atividades propostas em cada carta.
Baralho do Divórcio

Com o objetivo de auxiliar as famílias que estão vivenciando a fase de adaptação pós-divórcio, foi desenvolvido o Baralho do divórcio, da guarda e da alienação parental: psicoeducando famílias. Ele colabora na psicoeducação e na orientação das famílias a respeito do tema e propõe reflexões importantes sobre o assunto.
Pode ser utilizado em psicoterapia individual, de casal, infantil, na terapia de família e na orientação familiar, a fim de que as famílias possam encontrar formas de se adaptar ao novo contexto que surge com a separação conjugal e de que, nesta adaptação, busquem ao máximo preservar o bem-estar e a qualidade de vida familiar.
Vamos falar de amizade

Amigos são aqueles que estão sempre ao nosso lado, principalmente nos momentos difíceis. Ter amigos é certeza de carinho, companhia, apoio, compreensão, respeito ou simplesmente uma boa conversa. A amizade é tão importante para a saúde mental e do corpo quanto uma boa alimentação ou a prática de exercícios. E falar desse assunto ajuda a melhorar a qualidade da relação com as pessoas e a atrair novas amizades. Este livro-caixinha® vai ajudar você nessa tarefa. Uma obra que vai ser sua nova amiga do peito.
Livros
AUTOESTIMA DE AaZ

Autoestima é o apreço, a valorização e a confiança que uma pessoa tem por si própria, sendo desenvolvida ainda durante a infância. Ela nos impulsiona a enfrentar desafios e a defender nossos interesses.
O duende Az fez um lindo passeio pelo alfabeto, mostrando sua forma de cuidar e fortalecer sua autoestima e ainda mais… ele convida você, independente da sua idade, a fazer suas próprias reflexões e escolhas.
Vamos nesse lindo passeio com o Az?!
SUPERANDO OS MEDOS DE AaZ

O medo é uma emoção natural e todos nós sentimos. Ele surge em várias situações como um mecanismo de defesa. Encarar o medo não significa acabar com ele, mas olhar para a situação e seguir em frente.
Aceite, não tenha vergonha dos seus medos. Você não está sozinho.
Neste livro, o duende Az percorre todo o alfabeto, mostrando o que ele faz para encarar seus medos, sem deixar que eles o paralisem.
Venha fazer parte dessa jornada e encontrar suas alternativas para acolher, lidar e enfrentar seus medos ou ajudar alguém que precise desse encorajamento.
Orientação Familiar 1

Para criar filhos, é necessário adquirir conhecimentos, muitas aprendizagens, experiências e, claro, ter vínculos de amor, respeito e confiança. É necessário investir no crescimento, não apenas dos filhos, mas da família na totalidade.
A orientação familiar tem como intuito orientar pais e familiares envolvidos na criação, auxiliando-os tanto para uma educação mais consciente e positiva como em seu próprio autodesenvolvimento, fortalecendo-os em suas funções e tornando as relações saudáveis e harmônicas.
Este livro vem com o propósito de orientar famílias e profissionais, visando trazer além do conhecimento, orientações e recursos práticos e dinâmicos que podem ser utilizados no dia a dia nos âmbitos clínico, escolar, institucional e na própria família.
O livro ainda conta com um QRcode que dá acesso a lindas atividades que podem ser utilizadas online ou impressas.
São 32 diferentes temas que discutem dinâmicas familiares, habilidades socioemocionais, desenvolvimento infantil, adolescência e psicopatologias, abordados por profissionais atuantes nas áreas da psicologia, psicopedagogia, fonoaudiologia, medicina, odontologia e desenvolvimento humano, com dicas incríveis que você certamente guardará em sua mente e em seu coração.
Orientação Familiar 2

A orientação familiar vem com propósito de auxiliar de seus próprios comportamentos, além de fornecer informações e conhecimentos necessários para a criação dos filhos, visando uma educação mais consciente e afetiva.
Este livro reúne vários especialistas em orientação familiar, compartilhando suas experiências nos mais diversos temas relevantes para toda a família.
Além de todas as informações, há, ainda, um QRcode com atividades práticas que podem ser utilizadas tanto no âmbito profissional como no familiar.
Invista em você e em sua família!
Educação e afeto

Visando propor práticas que iluminam e rompem o ciclo negativo de educar, esta obra mostra como é possível educar com afeto. Uma publicação que uniu esforços de várias profissionais que permitiram mostrar que é possível ser diferente. Compilando ações em um volume que te convida a um fazer com conexão. De trazer o amor da forma mais prática possível, para podermos estar emocionalmente disponíveis e fomentar recursos internos e externos, permitindo assim, o florescimento humano.
Apanhei e não morri

Esta obra mergulha nas profundezas da educação desrespeitosa e violenta que persiste em nossa sociedade. Inspirado por expressões como “A porta da rua é serventia da casa” e “Engole o choro,” os autores exploram as cicatrizes emocionais que essas palavras e atitudes podem deixar em nossas vidas.
Neste livro, você encontrará relatos pessoais emocionantes de diversos autores que compartilham suas experiências e jornadas de autodescoberta. Eles demonstram como é possível transformar a dor do passado em aprendizado, trazendo luz para as sombras de nossa história. Ao fazê-lo, revelam como podemos construir relacionamentos mais saudáveis, criar conexões genuínas e optar pela felicidade em vez de insistir em ter sempre razão.
Cada capítulo é uma janela para a compreensão do impacto que as palavras e atitudes têm em nossa vida e nas relações com os outros. Ao ler suas histórias, o leitor será convidado a embarcar em uma jornada de crescimento pessoal, a enfrentar suas próprias dores e a reconhecer o poder transformador das palavras e das atitudes. Por meio da conscientização e da reflexão, “Apanhei e não morri” busca promover mudanças positivas, despertando as pessoas do piloto automático de suas vidas e incentivando uma parentalidade mais consciente e amorosa. Este livro é um guia para aqueles que desejam se libertar das amarras do passado e abraçar um futuro mais pleno e harmonioso.
FAQ
Dúvidas Frequentes
Qual a diferença do curso de Orientação familiar e dos recursos AMORES+?
O curso é voltado para profissionais que desejam aprender e aprimorar a Orientação Familiar. Os Recursos AMORES+ são atividades estratégicas e práticas que empoderam os atendimentos compostos por diversos vídeos com diferentes temas, abordando aspectos socioemocionais e cognitivos.
Tempo de duração do AMORES+?
AMORES+ é um plano de assinatura recorrente que pode ser mensal, semestral ou trimestral, você pode cancelar quando quiser.
É necessário a compra do recurso físico?
Não é necessário adquirir os jogos e recursos, você poderá aplicar as práticas aprendidas sem eles, porém os recursos são grandes facilitadores e permitem diversas formas de utilização para todas as idades.
